Agência FAPESP – O Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da Universidade de São Paulo (USP) lançou o Cifonauta – um banco com mais de 11 mil imagens, 260 vídeos e panorâmicas e seleção de fotos sobre temas de interesse de biólogos e pesquisadores que estudam o meio ambiente marinho e do público, em geral.
De acordo com a USP, o objetivo do projeto, criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini, é compartilhar informações científicas e divulgar a biodiversidade marinha por meio de imagens.
O processo de montagem do banco de imagens durou cerca de dois anos, entre o início das programações e as fases de teste em sistema fechado. O conteúdo apresenta referências bibliográficas, com uma ficha técnica do organismo contendo seu tamanho, local de origem e nome científico, por exemplo.
A estrutura de buscas se dá por meio de diversos marcadores ou pela classificação taxonômica – divisão por reino, filo, classe, até chegar à espécie desejada.
O conteúdo do banco está sob a licença de uso Creative Commons, que permite a divulgação do conteúdo desde que dados os devidos créditos do trabalho e que seja utilizado para fins não comerciais, sem necessidade de pedir autorização para isso.
As fotos veiculadas no banco de imagens são feitas com diversas técnicas. Normalmente câmeras digitais são acopladas em microscópios ópticos ou eletrônicos, dependendo do organismo fotografado, podendo ser aumentada a resolução em até mil vezes.
Outra técnica, pouco utilizada por ter um custo bastante elevado, consiste no uso de um microscópio eletrônico de varredura (MEV), utilizando-se de um feixe de elétrons para realizar a fotografia, por meio de um processo altamente sofisticado.
“Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos”, disse Vellutini.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1105/Banco-de-imagens-sobre-biologia-marinha
Comentário: Com essas imagens será mais fácil estudar biologia e também serve para a boa divulgação de toda a pesquisa.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Cientistas extraem proteína humana do arroz
Descoberta pode responder à crescente procura mundial de albumina
Uma equipe de investigadores chineses anunciou hoje que conseguiu extrair albumina a partir de arroz geneticamente modificado, avança a LUSA. A descoberta foi publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em medicina, esta proteína humana do sangue serve para tratar queimaduras e doenças do fígado.
A China é um dos países mais afetados pela carência de albumina. Atualmente, a proteína apenas é extraída através de dádivas de sangue. Mas com esta investigação abre-se uma via para a produção de albumina humana sintética, o que poderá responder à procura mundial da proteína que ronda as 500 toneladas ao ano, segundo a agência AFP.
Para refazer a proteína, os cientistas manipularam geneticamente grãos de arroz para produzir quantidades elevadas de albumina. Conseguiram depois separar a proteína do resto do grão, o que lhes permitiu extrair 2,75 gramas de albumina por quilo de arroz.
A proteína sintética foi posteriormente usada para tratar ratinhos com cirrose. Os resultados da experiência com roedores, sobre os quais não se conhecem pormenores, foram bastante similares aos obtidos em humanos, de acordo com a AFP.
Para os autores da investigação, a albumina extraída geneticamente do arroz é “física e quimicamente equivalente à albumina humana”. A sua produção a grande escala “pode ajudar a responder à procura mundial crescente de albumina humana”, defendem.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1104/Cientistas-extraem-proteina-humana-do-arroz
Comentário: Essa descoberta é muito boa para a medicina, pois com isso eles poderão tratar essas doenças do fígado e não vai faltar mais essas proteínas.
Uma equipe de investigadores chineses anunciou hoje que conseguiu extrair albumina a partir de arroz geneticamente modificado, avança a LUSA. A descoberta foi publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em medicina, esta proteína humana do sangue serve para tratar queimaduras e doenças do fígado.
A China é um dos países mais afetados pela carência de albumina. Atualmente, a proteína apenas é extraída através de dádivas de sangue. Mas com esta investigação abre-se uma via para a produção de albumina humana sintética, o que poderá responder à procura mundial da proteína que ronda as 500 toneladas ao ano, segundo a agência AFP.
Para refazer a proteína, os cientistas manipularam geneticamente grãos de arroz para produzir quantidades elevadas de albumina. Conseguiram depois separar a proteína do resto do grão, o que lhes permitiu extrair 2,75 gramas de albumina por quilo de arroz.
A proteína sintética foi posteriormente usada para tratar ratinhos com cirrose. Os resultados da experiência com roedores, sobre os quais não se conhecem pormenores, foram bastante similares aos obtidos em humanos, de acordo com a AFP.
Para os autores da investigação, a albumina extraída geneticamente do arroz é “física e quimicamente equivalente à albumina humana”. A sua produção a grande escala “pode ajudar a responder à procura mundial crescente de albumina humana”, defendem.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1104/Cientistas-extraem-proteina-humana-do-arroz
Comentário: Essa descoberta é muito boa para a medicina, pois com isso eles poderão tratar essas doenças do fígado e não vai faltar mais essas proteínas.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Há outra forma de estudar DNA, RNA e proteínas
Equipe que cria novo método envolve investigadores da Universidade do Porto
Agostinho Antunes e Guillermin Aguero-Chapin, do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental, Universidade do Porto, desenvolveram com uma equipe de oito cientistas internacionais uma nova metodologia para o estudo de Biopolímeros.
O estudo de Biopolímeros é importante para “poder estudar genes e proteínas que apresentem uma elevada divergência sequencial e incluir na análise simultaneamente a informação da sequência e estrutura dos genes”, explica Agostinho Antunes ao Ciência Hoje.
Os métodos clássicos de alinhamento de sequências de nucleótidos e aminoácidos são "pouco efectivos" para o estudo de genes e proteínas que apresentem uma elevada divergência sequencial. Esse é o caso, por exemplo, da classe de genes ITS2 (internal transcribed spacer 2) nos seres vivos com células eucarióticas, ou seja, com um núcleo celular rodeado por uma membrana (DNA compartimentado e consequentemente separado do citoplasma).
Na investigação, publicada recentemente na revista internacional Plos One, foi desenvolvida uma metodologia baseada em índices topológicos que sintetizaram a informação da sequência e estrutura dos genes ITS2.
Esta nova metodologia “pode ser aplicada em estudos de genes/proteínas envolvidos em doenças genéticas, estudo de genes/proteínas de agentes infecciosos ou de organismos produtores de compostos bioactivos” e vai permitir a “utilização de informação sequencial e estrutural de biopolímeros em simultâneo”, afirma o geneticista.
Na prática, “pode ser facilmente aplicada através de um software desenvolvido por nós e de livre acesso”, acrescenta.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1101/Ha-outra-forma-de-estudar-DNA-RNA-e-proteinas
Comentário: Essa nova forma é algo muito eficiente, pois pode estudar melhor através dela.
Agostinho Antunes e Guillermin Aguero-Chapin, do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental, Universidade do Porto, desenvolveram com uma equipe de oito cientistas internacionais uma nova metodologia para o estudo de Biopolímeros.
O estudo de Biopolímeros é importante para “poder estudar genes e proteínas que apresentem uma elevada divergência sequencial e incluir na análise simultaneamente a informação da sequência e estrutura dos genes”, explica Agostinho Antunes ao Ciência Hoje.
Os métodos clássicos de alinhamento de sequências de nucleótidos e aminoácidos são "pouco efectivos" para o estudo de genes e proteínas que apresentem uma elevada divergência sequencial. Esse é o caso, por exemplo, da classe de genes ITS2 (internal transcribed spacer 2) nos seres vivos com células eucarióticas, ou seja, com um núcleo celular rodeado por uma membrana (DNA compartimentado e consequentemente separado do citoplasma).
Na investigação, publicada recentemente na revista internacional Plos One, foi desenvolvida uma metodologia baseada em índices topológicos que sintetizaram a informação da sequência e estrutura dos genes ITS2.
Esta nova metodologia “pode ser aplicada em estudos de genes/proteínas envolvidos em doenças genéticas, estudo de genes/proteínas de agentes infecciosos ou de organismos produtores de compostos bioactivos” e vai permitir a “utilização de informação sequencial e estrutural de biopolímeros em simultâneo”, afirma o geneticista.
Na prática, “pode ser facilmente aplicada através de um software desenvolvido por nós e de livre acesso”, acrescenta.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1101/Ha-outra-forma-de-estudar-DNA-RNA-e-proteinas
Comentário: Essa nova forma é algo muito eficiente, pois pode estudar melhor através dela.
Registada e apresentada nova espécie de dinossauro
O Demandasaurus darwini foi descoberto em Sala de los Infantes (Espanha)
O esqueleto parcial de um dinossauro descoberto há 12 anos em Salas de los Infantes, um município em Burgos (Espanha) foi apresentado oficialmente com a sua descrição científica no jornal Acta Paleontologica Polonica.
Este novo gênero e espécie de dinossauro – Demandasaurus darwini – foi escavado entre 2002 e 2004 no sítio de Tenadas de los Vallejos II. Foram resgatados diversos fósseis: restos do crânio, incluindo dentes, ossos da coluna vertebral, costelas, parte da pélvis e do fêmur. Encontraram-se no total 810 ossos e fragmentos nos 240 metros quadrados da estação arqueológica.
Apesar do bom estado de conservação, os fósseis foram submetidos a um delicado processo de preparação para que fosse garantida a conservação durante o estudo científico, explica o comunicado do Colectivo Arqueológico e Paleontológico de Salas.
O Demandasaurus darwini, que tem 125 milhões de anos e pertence à família dos Rebbachisaurus e ao grupo dos diplodocídeos, era um dinossauro de tamanho médio (10 a 12 metros de comprimento). O nome da espécie é uma homenagem à Sierra de la Demanda, onde se encontra Salas de los Infantes, e ao Charles Darwin, pai da teoria da evolução.
Este exemplar tem características singulares, explicam os investigadores, como dentes com sulcos no esmalte ou vértebras cervicais com estruturas ósseas que não estão presentes noutras espécies. A forma arredondada do focinho contrasta também com o formato mais quadrado dos restantes diplodocídeos.
A descoberta desta nova espécie amplia o conhecimento sobre a distribuição geográfica dos Rebbachisaurus, que até este achado só tinham aparecido em África e na América do Sul. Esta descoberta vai poder esclarecer algumas das dúvidas que existem sobre esta família de dinossauros.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1095/Registada-e-apresentada-nova-especie-de-dinossauro
Comentário: Essa descoberta é muito interessante e não é só pelo fato de descobrirem uma nova espécie, mas sim porque pode revelar outras coisas sobre dinossauros e o lugar onde ele vivia.
O esqueleto parcial de um dinossauro descoberto há 12 anos em Salas de los Infantes, um município em Burgos (Espanha) foi apresentado oficialmente com a sua descrição científica no jornal Acta Paleontologica Polonica.
Este novo gênero e espécie de dinossauro – Demandasaurus darwini – foi escavado entre 2002 e 2004 no sítio de Tenadas de los Vallejos II. Foram resgatados diversos fósseis: restos do crânio, incluindo dentes, ossos da coluna vertebral, costelas, parte da pélvis e do fêmur. Encontraram-se no total 810 ossos e fragmentos nos 240 metros quadrados da estação arqueológica.
Apesar do bom estado de conservação, os fósseis foram submetidos a um delicado processo de preparação para que fosse garantida a conservação durante o estudo científico, explica o comunicado do Colectivo Arqueológico e Paleontológico de Salas.
O Demandasaurus darwini, que tem 125 milhões de anos e pertence à família dos Rebbachisaurus e ao grupo dos diplodocídeos, era um dinossauro de tamanho médio (10 a 12 metros de comprimento). O nome da espécie é uma homenagem à Sierra de la Demanda, onde se encontra Salas de los Infantes, e ao Charles Darwin, pai da teoria da evolução.
Este exemplar tem características singulares, explicam os investigadores, como dentes com sulcos no esmalte ou vértebras cervicais com estruturas ósseas que não estão presentes noutras espécies. A forma arredondada do focinho contrasta também com o formato mais quadrado dos restantes diplodocídeos.
A descoberta desta nova espécie amplia o conhecimento sobre a distribuição geográfica dos Rebbachisaurus, que até este achado só tinham aparecido em África e na América do Sul. Esta descoberta vai poder esclarecer algumas das dúvidas que existem sobre esta família de dinossauros.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1095/Registada-e-apresentada-nova-especie-de-dinossauro
Comentário: Essa descoberta é muito interessante e não é só pelo fato de descobrirem uma nova espécie, mas sim porque pode revelar outras coisas sobre dinossauros e o lugar onde ele vivia.
Evento debate proteção de espécies ameaçadas de extinção
A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle promoveu o seminário “Colóquio sobre Proteção de Espécies Ameaçadas de Extinção”, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Instituto O Direito por um Planeta Verde, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e a União Internacional para Conservação da Natureza (UICN).
O evento, ocorrido no dia 14 de outubro, no Senado Federal, reuniu renomados especialistas nacionais e internacionais, em que se discutiu sobre diversos modelos jurídicos de proteção das espécies, além de assuntos como compromissos internacionais assumidos pelo Brasil e o papel das unidades de conservação no desenvolvimento sustentável.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1088/Evento-debate-protecao-de-especies-ameacadas-de-extincao
Comentário: Esse evento tem um princípio muito bom, porque nele é debatido sobre a proteção das espécies que estão em risco de extinção e com isso pode haver uma melhora nessa proteção.
O evento, ocorrido no dia 14 de outubro, no Senado Federal, reuniu renomados especialistas nacionais e internacionais, em que se discutiu sobre diversos modelos jurídicos de proteção das espécies, além de assuntos como compromissos internacionais assumidos pelo Brasil e o papel das unidades de conservação no desenvolvimento sustentável.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1088/Evento-debate-protecao-de-especies-ameacadas-de-extincao
Comentário: Esse evento tem um princípio muito bom, porque nele é debatido sobre a proteção das espécies que estão em risco de extinção e com isso pode haver uma melhora nessa proteção.
Cientistas descobrem o que regula o desenvolvimento de células
Descoberta pode melhorar prognóstico de doenças
Cientistas da Universidade de Erasmus, na Holanda, descobriram o mecanismo que regula o desenvolvimento das diferentes células sanguíneas. O estudo poderá ajudar no avanço do tratamento de leucemias, imunodeficiências e doenças auto-imunes, avança a agência Lusa.
A equipe de investigadores, que incluí o português Tiago Luís, realizou uma experiência com ratos geneticamente modificados e com diferentes quantidades de proteína Wnt.
Os resultados demonstraram que a variação de Wnt leva à formação de um tipo de célula sanguínea (glóbulos vermelhos, brancos, plaquetas) ou à nova multiplicação de células estaminais (células-mãe raras que se encontram no interior da medula óssea).
Segundo Tiago Luís, que crê nas potencialidades da descoberta na medicina regenerativa, a produção de linfócitos, por exemplo, requer “doses elevadas ou moderadamente elevadas” de Wnt.
Manipulando as quantidades de Wnt é possível “melhorar a produção de linfócitos após a transplantação de medula óssea” e “melhorar o prognóstico” de leucemias, imunodeficiências ou doenças auto-imunes, explica o cientista.
O próximo passo dos investigadores, cujo estudo foi publicado na revista Cell Stem Cell, será testar os conhecimentos em células humanas e noutras doenças.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1083/Cientistas-descobrem-o-que-regula-o-desenvolvimento-de-celulas
Comentário: Essa descoberta é muito boa pois, com ela, pode haver um grande avanço no tratamento de diversas doenças graves.
Cientistas da Universidade de Erasmus, na Holanda, descobriram o mecanismo que regula o desenvolvimento das diferentes células sanguíneas. O estudo poderá ajudar no avanço do tratamento de leucemias, imunodeficiências e doenças auto-imunes, avança a agência Lusa.
A equipe de investigadores, que incluí o português Tiago Luís, realizou uma experiência com ratos geneticamente modificados e com diferentes quantidades de proteína Wnt.
Os resultados demonstraram que a variação de Wnt leva à formação de um tipo de célula sanguínea (glóbulos vermelhos, brancos, plaquetas) ou à nova multiplicação de células estaminais (células-mãe raras que se encontram no interior da medula óssea).
Segundo Tiago Luís, que crê nas potencialidades da descoberta na medicina regenerativa, a produção de linfócitos, por exemplo, requer “doses elevadas ou moderadamente elevadas” de Wnt.
Manipulando as quantidades de Wnt é possível “melhorar a produção de linfócitos após a transplantação de medula óssea” e “melhorar o prognóstico” de leucemias, imunodeficiências ou doenças auto-imunes, explica o cientista.
O próximo passo dos investigadores, cujo estudo foi publicado na revista Cell Stem Cell, será testar os conhecimentos em células humanas e noutras doenças.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1083/Cientistas-descobrem-o-que-regula-o-desenvolvimento-de-celulas
Comentário: Essa descoberta é muito boa pois, com ela, pode haver um grande avanço no tratamento de diversas doenças graves.
Descobertas novas jazidas de dinossauros
Potencial de património paleontológico por explorar em Torres de Vedras
Três novas jazidas de dinossauros de dimensões significativas foram descobertas em Torres Vedras, vindo assim a comprovar o potencial de património paleontológico por explorar naquele concelho, anunciaram hoje os investigadores da Associação Leonel Trindade.
Bruno Silva, investigador e presidente da Associação Leonel Trindade de Torres Vedras, responsável pelos trabalhos de campo, afirmou que as prospecções realizadas "resultaram na descoberta de três novas jazidas com dinossauros, trilhos com pegadas de dinossauros e também de tartarugas e répteis voadores".
"Há um grande potencial de património paleontológico diversificado por explorar no concelho" tendo em conta os achados de dinossauros, tartarugas, crocodilos e répteis voadores descobertos, disse o investigador. A extensão das jazidas leva os cientistas a falarem na hipótese de criação de um futuro museu ao vivo.
Na campanha paleontológica, que decorreu entre os dias 10 e 30 de Setembro, foram também escavados na localidade de Cambelas achados, sobretudo vértebras e o fémur, de um dinossauro saurópode e outros ossos pertencentes a outros dinossauros de menor porte.
Segundo os investigadores, "os restos destes animais terão sido enterrados num leito de um rio e sido depois deslocalizados possivelmente por uma grande cheia".
Os investigadores da associação têm vindo a trabalhar também na conservação, classificação e inventariação de fósseis sobretudo de dinossauros, reunidos numa colecção de um particular do concelho, José Joaquim dos Santos, adquirida em 2009 pela câmara municipal que veio a assinar um protocolo de parceria com a associação.
José Joaquim dos Santos, um carpinteiro da localidade de Casalinhos de Alfaiata passou vinte anos da sua vida a recolher nos seus tempos livres achados de dinossauros nas arribas e outros locais da região e há dois anos decidiu vendê-los ao município para vir a expô-los num futuro museu temático.
Do espólio destacam-se um fémur de um dinossauro saurópode e várias vértebras dorsais, caudais e servicais, parte da cintura pélvica e dois dentes de um mesmo dinossauro juvenil que os cientistas presumem ser um terópode carnívoro da espécie "tyranosauroide".
A colecção, composta por mais de um milhar de vértebras e setecentos dentes pertencentes não só a dinossauros, contém também fósseis de tartarugas, crocodilos, peixes e até tubarões.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1079/Descobertas-novas-jazidas-de-dinossauros
Comentário: Com essa descoberta vai ser possível mostrar ao mundo várias espécies de dinossauros e também podem descobrir muitas fósseis raros de achar.
Três novas jazidas de dinossauros de dimensões significativas foram descobertas em Torres Vedras, vindo assim a comprovar o potencial de património paleontológico por explorar naquele concelho, anunciaram hoje os investigadores da Associação Leonel Trindade.
Bruno Silva, investigador e presidente da Associação Leonel Trindade de Torres Vedras, responsável pelos trabalhos de campo, afirmou que as prospecções realizadas "resultaram na descoberta de três novas jazidas com dinossauros, trilhos com pegadas de dinossauros e também de tartarugas e répteis voadores".
"Há um grande potencial de património paleontológico diversificado por explorar no concelho" tendo em conta os achados de dinossauros, tartarugas, crocodilos e répteis voadores descobertos, disse o investigador. A extensão das jazidas leva os cientistas a falarem na hipótese de criação de um futuro museu ao vivo.
Na campanha paleontológica, que decorreu entre os dias 10 e 30 de Setembro, foram também escavados na localidade de Cambelas achados, sobretudo vértebras e o fémur, de um dinossauro saurópode e outros ossos pertencentes a outros dinossauros de menor porte.
Segundo os investigadores, "os restos destes animais terão sido enterrados num leito de um rio e sido depois deslocalizados possivelmente por uma grande cheia".
Os investigadores da associação têm vindo a trabalhar também na conservação, classificação e inventariação de fósseis sobretudo de dinossauros, reunidos numa colecção de um particular do concelho, José Joaquim dos Santos, adquirida em 2009 pela câmara municipal que veio a assinar um protocolo de parceria com a associação.
José Joaquim dos Santos, um carpinteiro da localidade de Casalinhos de Alfaiata passou vinte anos da sua vida a recolher nos seus tempos livres achados de dinossauros nas arribas e outros locais da região e há dois anos decidiu vendê-los ao município para vir a expô-los num futuro museu temático.
Do espólio destacam-se um fémur de um dinossauro saurópode e várias vértebras dorsais, caudais e servicais, parte da cintura pélvica e dois dentes de um mesmo dinossauro juvenil que os cientistas presumem ser um terópode carnívoro da espécie "tyranosauroide".
A colecção, composta por mais de um milhar de vértebras e setecentos dentes pertencentes não só a dinossauros, contém também fósseis de tartarugas, crocodilos, peixes e até tubarões.
Fonte: http://biologias.com/noticias/1079/Descobertas-novas-jazidas-de-dinossauros
Comentário: Com essa descoberta vai ser possível mostrar ao mundo várias espécies de dinossauros e também podem descobrir muitas fósseis raros de achar.
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